II Aqui as luas se contavam com as mãos. Um sopro cheiroso de fumaça conquistava uma tribo, adoçava uma guerra. o cachimbo, também, sondava o futuro, avisava a presença de estranhos, aguçava os ouvidos. Quando alguém amava, seu coração mudava de lugar. A lua tinha fogo bonito, iluminava por fora, mas queimava por dentro.
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