DRUMMOND, 1937 Setenta anos, quase, densificam a textura do momento em que se dera a impressão da histórica fotografia. Eu tinha cinco, apenas, quando Carlos Drummond de Andrade já entrava em concurso de poesia. E aqui está ele, Drummond, de ponta esquerda no time da história: os demais elementos da foto já tinham seus nichos sagrados. Drummond devia beirar os trinta enquanto eu jogava pelada na esquina de uma rua deserta.
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