Hoje, a cachoeira é deserta, o tempo dói quando passa. Três asas de borboleta rodopiam nessa margem, fazem puçanga de lua. Três remos buscam seu porto sem que saiam de onde estão. Três corpos soçobram n’água entre alegria e tormento. Três flautas de osso e taboca soluçam guelras de vento.
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