Terá dormido o operário cujos pés calcaram notas de alguma valsa perdida? E os persistentes fantasmas que moram nas dobradiças, quantas pragas não rogaram? De tudo oca, no entanto, a foto já esmaecida de um rosto branco, insepulto. Perfil de brumas, rosal de sonhos que se andaram. Mãos que ainda tocam nos fusos e ossadas em dispersão; estes soluços discretos ouvidos por trás da queda do perempto casarão.
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