SONETILHO EM DÓ Desde que vi minha face que já pouco me contempla; desde que sorvi a gota do rio que se fez lágrima; desde que o mundo olvidara sua primeira maçã; desde que os punhos do homem se ampliaram para a guerra; desde que minhas sandálias em pó fizeram caminhos sem que ao menos fosse dia; desde que plantei cigarras em vez de frutas e couves, degusto ausências plenárias.
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