Depois de 40 anos, consigo "Varanda de pássaros", de Tufic,
Um clássico.
Logo de saída, ao relê-lo, sinto que Dalva era seu nome, uma cidade, o orgulho de uma cidade.
Dalva, a estrela. O inevitável. O poeta ainda jovem, muito doente, de amor de poesia de lua, no fogo da paixão febril, como Dalva no peito, a consuimia.
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